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26 comments:
nem uma prenda pelo embrulho! ;)
ou o percurso pelo descanso! :))
Garota
Nem o vinho pelo barril!
Mas também se diz uma englobante dessas, "não julgues, para não seres julgado". Porém, o juízo é um prazer pecaminoso de que só o juíz se vangloria. Além disso, não são os que não têm o poder de julgar, aqueles que mais sofrem a injustiça do julgamento alheio?
Uma coisa é certa: "Quem não arrisca"...
parece-me a mim...que não sairíamos daqui...e moralidades à parte todos acabamos por efectuar os nossos próprios julgamentos alheios e tantas vezes nos enganamos (uma dissertação sobre a pena de morte aqui e agora parece-me exagerado e despropositado da minha parte!;) ) ...dissabores ou surpresas nos esperam e...que se façam bons embrulhos para algumas prendas :)
Mas, como dizes, pecadores somos todos. Quem não julgar que atire a primeira pedra. Não será o Julgamento o maior dos pecados? (Não! A Propriedade é pior.) E no entanto, de que pecado abdicaria?... Pecado não é aquilo de que posso abdicar, é aquilo que visceralmente me consome ao ponto de o defender com a própria vida embora saiba que é maléfico.
(Exagerado e despropositado?... Tu não me tentes! :))))))) )
o maior dos pecados é (para mim claro e seja lá o que for "um pecado) o desrespeito, seja pelo que for. O julgamento é algo natural, o importante é não se "pecar" com o resultado do mesmo. Mas essa coisa da "propriedade" também me deixou a pensar...mas o sentimento de posse também o temos...se o respeito se mantiver, Houston, we haven't a problem :)
E eu respeito a tua religião.
Porém continuo a acreditar que o fim do mundo será pela asfixia. Alguém, por incrível que pareça, se há-de apropriar do ar... A conquista, aliás, já começou! («vide»: taxas de carbono) Que direito tenho de ser dono do petróleo, da terra, da água, da poluição(desde que pague, posso!)?... Só houve virtude até ao dia em que alguém traçou um polígono no chão e disse: 'é meu!' - essa é a verdadeira maçã que nos condenou ao degredo!
E desde esse dia, que ninguém recorda, que... E eis que toda a criminalidade está ligada a esse poder obscuro e à sua defesa, em última análise (-não- falas na pena de morte) à ideia de que a vida de outrém nos pertence, não só para extinguir mas para eventualmente abusar.
Sim, há quem lhe chame "respeito", não usurpar/ofender o que não é meu... Também para os crentes a divindade tem vários nomes.
E ainda bem que esta senhora também está sentadinha! :)))
...aprecio a tua forma de pensar, e expor as ideias, nada possuímos e tudo devemos...ao menos que esta passagem que nos concederam sirva para deixarmos um legado, satisfaçamos quem nos rodeia enquanto a viagem dura...e tiremos várias fotos que possamos recordar mais tarde...na asfixia progressiva!
São meras constatações de quem um dia cá chegou e viu que nada era seu, mas que por estranha razão tudo parecia pertencer a alguém. Somos meros animais de cativeiro; uns em melhores gaiolas que outros, é certo.
E somos também os únicos que tiram fotos, para mais tarde recordar. :)
Li por aí..."Pega num pau afiado, e traça com coragem uma linha à volta deste país, chama-lhe teu..."
será que os que se "safam" são os que têm os paus mais afiados e que melhor delimitam as gaiolas permitindo-lhe ter o espaço suficiente para que uma família se mantenha unida, será esse o nosso país?
E por falar em fotos para mais tarde recordar...espero que não sejam só fotos. eu ilustrei (com fotos de outros)...palavras escritas (por outros)!
(Oh, pá... Lust...) As coisas que se encontram por aí! Mas estou em crer que quando não podemos vencê-los o melhor é "juntarmo-nos" a eles, dizendo com isto que não vale a pena o refúgio (fuga?) noutras realidades quando a defesa do que é nosso nos pertence. Claro que isto implica o reconhecimento de que algo é nosso. Dizem as escrituras que não é possível o regresso ao paraíso. Perante esse saber milenar quem sou eu para negar as evidências?!
Um país porém só o será enquanto alguns genuínos indígenas teimarem em criar as suas condições de manutenção da sua nacionalidade. Se o não fizerem, para onde forem serão sempre estrangeiros. A salvação talvez seja uma vitória pírrica (em imagem cinéfila:)"à la" 300, em que sobrou um espartano da refega para mais tarde recordar. Não se safaram os homens mas safou-se a ideia.
E por falar em fotos... Pois... As coisas que se encontram por aí! :)))
se as ideias ou ideais permanecerem, se a fidelização existir, a humildade continuar, e o prazer de viver for uma constante...certamente existirão mais vitória pírricas...haverá sempre um espartano para fazer recordar e manter viva qualquer que a defesa em algo que muito se quis ou acreditou...valha-nos isso, valha-nos quem perpetue algo de bom, nacionais ou estrangeiros! (e , oh pá M4rciano...o que eu gosto de ler o que por aí há!)
e por falar em coisas que por aí há e em fotos...posso encontrar mais?!
(quer dizer já o fiz...mas sem saber se posso!) ;)
-(2 em 1)
E isso é História!
(Mas convém realçar a distinção entre a obra-prima do mestre, e a prima do mestre-de-obras)
E por falar em coisas e fotos, acho que deves ter por aí uma carta branca algures. É assim: Havia um grupo de gente que tinha cada um uma letra, que era de invenção sua. Um dia decidiram reunir-se e combinaram que todos poderiam utilizar as letras, suas e dos outros, e combiná-las como quisessem sem terem de prestar contas por isso. Foi talvez a melhor invenção da humanidade! Depois apareceu um tipo com dois tracinhos em cada mão, sem saber o que fazer, deram-lhe a pasta da cultura. E foi uma coisa linda! O que vá para além disso são preciosismos de tecnocratas indecentes. :)))
só me ocorre dizer: "faz o que podes (com os devidos respeitos, (in)decências ans so on) com o que tens" :)
"With a little help from my friends", a partilha é a melhor fonte do conhecimento. ;)
saber partilhar...infelizmente não é para todos, querer partilhar é só para alguns, aceitar a partilha como de forma aquisição de conhecimento...é um dom dos humildes! :)
A humildade... Qualidade tão subestimada, palavra cheia de conotações negativas. E no entanto quanto mais cedo se aprende mais cedo valorizamos o que nos rodeia. A libertação de preconceitos, por vezes milenares, não é fácil. ;)
A beleza encontramos em todos os lugares, em todas as gentes, em todas as coisas, apenas necessitamos de um qb de humildade (e simplicidade) e deixar o(s) preconceito(s) de lado...e os nossos olhos encontrarão relíquias...e isto é apenas a minha humilde opinião ;)
E ainda bem que esta senhora continua bem sentadinha! :)))
E a fealdade exitirá? Um dia afirmei que a estupidez não existe, mas ainda ando a apurar bem isso, quanto à beleza também estou ainda céptico quanto à sua ausência ser uma realidade necessária ou apenas um terrível erro.
tenho para mim (mais uma das minhas verdades) que os conceitos de belo, feio, bom ou mau entre outros (a estupidez também se inclui) mais uma vez são de cada um. O meu cepticismo é relativo ao conceito de normal...as estatísticas apresentam falhas e por vezes condicionam mentes mais sensíveis à opinião alheia, assim como por vezes a falha está no bom senso...
A normalidade é um tédio por tudo o que tem de previsível e retrógrado na pior acepção dos termos. Que destaque pode ter o que quer que seja "normal"?! O pior é que o passar dos anos vai-nos aumentando o leque de normalidades que vamos assimilando, tornando-se cada vez mais difícil haver algo que nos surpreenda.
é uma capacidade que deve preservada...surpreender e gostar de (continuar) a ser surpreendida! Por vezes é trabalhoso, e as pessoas são cada vez mais anormalmente preguiçosas, mas...há que manter o nível certo de exigência e aceitar o normal apenas no qb!
Mas ser anormal pode ser apenas um estado de espírito que não requeira esforço. Aliás, tenho para mim que a preguiça é um estado natural da espécie, se não fosse a vontade que demonstramos em atingir níveis de conforto ainda viveríamos em cavernas.
Talvez a anormalidade que referes em relação a esse defeito não seja mais que um retorno à normalidade, e consequentemente ao tédio. :)
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